Publicado em: 27/02/2023
A Confederação Nacional do Transporte (CNT) divulgou uma
nota contrária ao aumento da mistura mínima obrigatória de biodiesel ao diesel,
defendida pela indústria do biocombustível. Na nota, a CNT alega que o eventual
aumento do porcentual de biodiesel no óleo diesel encareceria o frete.
“O eventual acréscimo do teor do biodiesel irá gerar custos
adicionais ao valor do frete, que serão transferidos a toda população,
traduzindo-se em acréscimos inflacionários e encarecendo ainda mais o
transporte e, por consequência, os produtos consumidos e exportados”, alegou a
confederação.
A CNT argumenta também que o maior uso do biocombustível no
óleo diesel ampliaria a poluição atmosférica.
A Confederação Nacional do Transporte (CNT) divulgou uma
nota contrária ao aumento da mistura mínima obrigatória de biodiesel ao diesel,
defendida pela indústria do biocombustível. Na nota, a CNT alega que o eventual
aumento do porcentual de biodiesel no óleo diesel encareceria o frete.
“O eventual acréscimo do teor do biodiesel irá gerar custos
adicionais ao valor do frete, que serão transferidos a toda população,
traduzindo-se em acréscimos inflacionários e encarecendo ainda mais o transporte
e, por consequência, os produtos consumidos e exportados”, alegou a
confederação.
A CNT argumenta também que o maior uso do biocombustível no
óleo diesel ampliaria a poluição atmosférica.
O aumento da mistura de biodiesel no diesel é defendido pelos
Ministérios da Agricultura, da Indústria e Comércio e de Minas e Energia, além
da indústria do biodiesel.
O calendário de elevação da mistura deve ser discutido nesta
semana pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), que debaterá a
manutenção ou revisão das metas atuais.
No momento, até 31 de março, prevalece no mercado o mandato
B10, ou seja, a mistura mínima obrigatória de 10% de biodiesel no diesel. A
partir de abril, conforme a legislação prevê, a mistura mínima deve ser elevada
para 15% (mandato B15).
Fonte: InfoMoney / Foto: Divulgação/InfoMoney