Publicado em: 27/06/2022
Impulsionada
pela valorização recente do real, a economia foi alçada de volta ao clube das
dez maiores economias do mundo, clube que não frequentava desde 2019. O ranking
foi elaborado pela agência de classificação de risco Austin Rating, a partir
das estimativas para a atividade econômica dos diversos países feitas pelo
Fundo Monetário Internacional (FMI).
O Produto
Interno Bruto (PIB) brasileiro projetado pelo Fundo para este ano ficou em US$
1,833 trilhão, 14% maior que o indicado ainda por dados preliminares para o PIB
de 2021, também denominado em dólares. O bastante para ultrapassar por pouco
mais de US$ 4 bilhões o PIB da Rússia, a 11ª colocada no ranking.
Além da Rússia,
o Brasil ultrapassou também Coreia e Austrália, que este ano ocuparão a 12ª e a
13ª posições, respectivamente. A economia brasileira alçara o patamar das
dez maiores do mundo em 2006, após ter caído desse grupo cinco anos antes. No
ano passado, o PIB brasileiro ficou na pior colocação desde 2004, quando também
havia sido o 13º colocado.
No ranking
elaborado sobre as estimativas do FMI para este ano, a China, que em 1995
ficava logo atrás do Brasil, na nona posição, se consolida no segundo lugar. O
PIB chinês projetado para este ano já beira os US$ 20 trilhões, mais de dez
vezes superior ao brasileiro. Até 2027, conforme as projeções do Fundo,
encostará nos Estados Unidos, primeiro colocado do ranking, que então já terá
um PIB superior a US$ 30 bilhões.
Fonte:
NTC&Logística / Foto: divulgação