Publicado em: 24/11/2022
O Índice de Clima Econômico (ICE) do Brasil, medido pela
Fundação Getulio Vargas (FGV), cresceu 30 pontos do terceiro para o quarto
trimestre deste ano e chegou a 84,5 pontos, em uma escala de 0 a 200. Esse é o
melhor resultado do indicador, calculado com base na avaliação de especialistas
em economia, desde o terceiro trimestre de 2021 (118,5 pontos).![]()
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O Índice da Situação Atual, que mede o presente, subiu 49,4
pontos no período e chegou a 92,3. Já o Índice de Expectativas, que apura a
avaliação sobre os próximos meses, avançou 10,2 pontos e atingiu 76,9.
O ICE brasileiro foi o que mais cresceu entre os dez países
latino-americanos pesquisados no último trimestre deste ano em relação ao
trimestre anterior. Na média, a expansão da região foi de 11,8 pontos.
Outras quatro nações tiveram altas além do Brasil: México
(14 pontos), Paraguai (13,6), Peru (7,8) e Bolívia (3,8).
Queda
Cinco países tiveram queda: Chile (-1,7 pontos), Argentina
(-4), Colômbia (-4,1), Equador (-5,5) e Uruguai (-14,4).
Com a alta, o ICE do Brasil tornou-se o terceiro maior da
região, ficando atrás apenas do Paraguai (114,7 pontos) e Uruguai (108,2
pontos). Na América Latina, o ICE médio é de 66,5 pontos.
Os principais problemas apontados pelos especialistas no
país são a falta de inovação, infraestrutura inadequada, falta de
competitividade internacional, aumento das desigualdades de renda e falta de
mão de obra qualificada.
Fonte: Agência Brasil / Foto: CNA/
Wenderson Araujo/Trilux