Publicado em: 20/04/2022
O Documento
Eletrônico de Transporte (DT-e), instituído pela Medida Provisória 1051/2021<\/a>
e convertido na Lei
14.206/2021<\/a>, ainda não foi totalmente implantado. O DT-e deve
substituir aproximadamente 80 documentos necessários para emissão em uma viagem
de origem e destino. A implementação do documento visa reduzir o tempo de
percurso e dos custos do frete praticados no Brasil, independentemente do meio
de transporte.
Para o deputado federal Jerônimo
Goergen<\/a> (PP-RS), que foi relator da MP 1051/2021 na Câmara dos
deputados, a iniciativa vai promover a segurança das operações em todos os
modos de transporte, além de proporcionar transparência aos agentes públicos e
privados quanto à governança e à fiscalização das operações.
O DT-e foi criado
para unificar e simplificar dados e informações sobre cadastros, registros, licenças,
certidões, autorizações, permissões e demais documentos de certificação, por
exemplo. Outra expectativa apresentada é de que haverá uma diminuição
significativa das 6 horas gastas, em média, pelo transportador com operações de fiscalização nas
estradas.
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habitantes devem preencher pesquisa nacional de mobilidade urbana<\/a>
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federais<\/a>
O assessor da
Secretaria Executiva do Ministério da
Infraestrutura<\/a>, Gabriel Valderrama, explica que o documento está em
fase de implementação, passando por testes que ajudam a tornar a plataforma
eficiente para todo o setor.
Fonte: Site
Barra / Foto: Arquivo/Minfra