Publicado em: 23/02/2022
A alta da taxa foi puxada principalmente pelo Índice de Expectativas, que mede a confiança dos consumidores em relação ao futuro e que subiu 5,0 pontos. Com isso, o subíndice chegou a 85,7 pontos, principalmente devido ao bom desempenho do componente intenção de compras de bens duráveis nos próximos meses.
O Índice da Situação Atual, que mede a confiança no presente, também subiu (1,8 ponto) e chegou a 67,9 pontos. Apesar da alta, este subíndice ainda está em patamar muito baixo em termos históricos.
“O resultado
positivo pode ter sido influenciado pelo Auxílio Brasil nas faixas de
renda mais baixas, perspectivas mais favoráveis sobre o mercado de trabalho e
situação econômica que voltaram a ficar mais otimistas, com indicadores
superando o nível neutro de 100 pontos. Mas é preciso ter cautela, o
nível ainda é muito baixo em termos históricos e o comportamento volátil dos
consumidores nos últimos meses mostram que a incerteza elevada tem afetado
bastante a manutenção de uma tendência mais clara da confiança no curto prazo”,
explica a pesquisadora Viviane Seda Bittencourt, em nota divulgada pela FGV.O Índice
de Confiança do Consumidor (ICC), medido pela Fundação Getulio Vargas
(FGV), cresceu 3,8 pontos na passagem de janeiro para fevereiro deste
ano. Com o resultado, o indicador chegou a 77,9 pontos em uma escala de
zero a 200 pontos, o maior nível desde agosto do ano passado.![]()
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Fonte: Agência
Brasil /