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Dicas para se dar bem com o ARLA 32
O ARLA 32 é um produto necessário ao controle da poluição
da maioria dos caminhões P7/Euro 5 produzidos a partir de 2012. Para não
comprar gato por lebre, pois existem produtos piratas no mercado, vale alguns
cuidados. Ao adquirir o ARLA 32 é recomendável observar se o recipiente
plástico apresenta tampa com sinais de violação, furos, rachaduras ou se está
excessivamente amassado. A presença desses sinais deve manter o consumidor
longe do produto. Também é importante verificar se o rotulo apresenta impressão
nítida e se contêm o selo do INMETRO e informações sobre o produto e o
fabricante. Além disso, em caso de dúvida, é recomendável avaliar uma amostra
para ver se o cheiro não é diferente do normal e se existem sinais de
impurezas, manchas de óleo ou qualquer tipo de coloração, características que
não devem ser observadas em produtos de boa qualidade. Se o ARLA 32 estiver
sendo comercializado diretamente de tanques, valem as mesmas dicas quanto à
aparência e cheiro. Existem diversas marcas no mercado, certificadas pelo
INMETRO, e que podem ser consumidas com segurança, como o Flua Petrobras, o
Shell Evolux Arla 32, o Air 1 (da Yara), o Ipiranga Arla 32, o Blue DEF (da
Peak) e o Blue Air (da Usiquímica). Trata-se de produtos fabricados por
empresas sérias, com ureia de altíssima pureza e água desmineralizada.
Substâncias caseiras ou de origem duvidosa não devem ser usadas. São geralmente
feitas com ureia comum, de uso agrícola, e água de rede ou de poço e, portanto,
não atingem os níveis de qualidade exigidos. Contêm impurezas que irão causar
danos permanentes ao catalisador do veículo e causar perda da garantia, além de
não cumprir a sua função, pois ocorrerá aumento da poluição gerada pelo
veículo. Uma pequena economia no uso do ARLA 32 não é lucro, mas prejuízo
certo. Além do dano ao veículo, é a saúde das pessoas que respiram os gases do
motor que sofre mais. A conta milionária das doenças causadas pela poluição do
ar é enorme e toda a população é prejudicada, principalmente as crianças e os
idosos. Nunca é tarde para lembrar que a fraude no uso do ARLA 32 expõe o
transportador ao risco de multas e perda de pontos, além do transtorno de ter o
veículo retido pelas autoridades policiais. Fonte: O Carreteiro