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Scania aposta na retomada em 2018 e aponta os caminhos que pretende seguir para atingir seus objetivos
Em evento realizado no dia 26 para a imprensa, no Museu da
Casa Brasileira, a Scania mostrou-se confiante com a retomada da economia e,
consequentemente, em um balanço positivo do mercado de caminhões em 2018. De
acordo com as previsões da marca, o resultado do segmento acima de 16
toneladas, que compreende os veículos semipesados e pesados, deverá superar as
40 mil unidades. Essa quantidade representa aumento de 30% em relação ao
resultado de 2017. “Há um reaquecimento da economia com o aumento da confiança
do consumidor, devido ao descolamento do cenário político. Temos uma melhora
gradativa do mercado e contamos com alguns fatores que poderão ser decisivos
para um ano melhor, como a baixa dos juros e uma renovação da frota Euro 5,
adquirida no auge do mercado entre 2012 e 2014”, explica Roberto Barral,
vice-presidente das operações comerciais da Scania no Brasil. Scania aproveitou o evento para apresentar, oficilamente,
seu novo diretor de vendas de caminhões, Ricardo Vitorasso. Retrospectiva 2017No acumulado de janeiro a dezembro, a empresa emplacou 5.754
caminhões. Em todas as categorias em que atua, acima de 16 toneladas, –
caminhões semipesados e pesados – houve alta de vendas e de participação de
mercado. A Scania vendeu 36,5% a mais do que em 2016 (4.216 unidades), em um
mercado total que cresceu 10,7%. No segmento dos pesados, que teve a briga mais
intensa pela liderança da indústria, a marca vendeu 4.901 unidades. Alta de
39,5% em relação aos 3.514 modelos comercializados de janeiro a dezembro de
2016. Enquanto o mercado cresceu 26,5%. Foi o maior crescimento entre as marcas
de caminhões. A Scania teve Market Share de 26,1% em 2017 contra 23,5% de
2016. Nos semipesados, as 853 unidades comercializadas pela marca propiciaram
um acréscimo de 21,5%, no comparativo com os 702 veículos de 2016, e foram na
contramão da queda de 5,7% da categoria. “Foi o maior índice de crescimento da
categoria. Ficamos pela primeira vez em quinto lugar no total e estivemos muito
perto da quarta colocação no acumulado. A participação subiu de 4,7% para
6,3%”, explica Barral. As vendas para o agronegócio representaram cerca de 25% de
todo o volume vendido de caminhões rodoviários em 2017. Manutenção Scania com Planos FlexíveisA Scania lançou na última FENATRAN, em outubro de 2017, o
Plano de Manutenção Flexível e desde então já foram mais de 1.000 contratos
negociados. O serviço com uso inteligente de dados é algo inédito no
mercado nacional e apresentou ao transportador uma solução inovadora para fazer
a gestão de sua frota, a fim de encontrar alternativas cada vez mais rentáveis
para o negócio. A previsão da Scania é que a Manutenção com Planos Flexíveis já
represente mais de 50% das vendas de Programas de Manutenção no País até o
final de 2018.“Confiamos na eficácia deste produto, pois sabemos que essa
preocupação com cada detalhe da operação dos clientes é uma exclusividade da
Scania. Colocamos o mercado de transporte nacional no patamar de personalização
da operação, ou seja, conseguimos oferecer serviços individualizados e com
pagamento variável de acordo com a necessidade de cada caminhão de cada frota.
Antes ninguém tinha pensado nisso”, esclarece Gustavo Andrade, gerente do
portfólio de Serviços.A conectividade é a base de funcionamento da Manutenção com
Planos Flexíveis, pois é por meio dos dados recebidos que a cobrança do plano
de cada caminhão é feita, além do próprio cálculo do plano e as próximas
paradas. Com pouco mais de um ano de operação, a Scania já chega a marca de 8
mil veículos conectados em todo o Brasil.O novo sistema permite a conexão de informações feita por
meio dos Serviços Conectados, identificando diversos fatores como estilo de
condução do motorista, velocidade média, consumo de combustível e intervalos de
manutenção. Portanto, passa a existir uma gestão compartilhada entre a
transportadora e a rede de concessionárias, resultando em mais assertividade e
previsibilidade da operação.Um dos grandes diferenciais do Programa Scania com Planos
Flexíveis é saber o momento exato da parada preventiva, assim como o conteúdo
exato da revisão conforme a operação de cada caminhão. Com essa
previsibilidade, as manutenções passam a acontecer no momento correto,
reduzindo em até 75% o tempo do veículo na oficina. Outro benefício desse
adiantamento de informações está no custo da manutenção, que reduz em até 16%. Cobrança justa com condução que faz a diferençaO transportador que aderir ao Plano de Manutenção Flexível
contará também com alguns diferenciais no contrato, que nesta modalidade é sem
período de vigência. Um deles é o formato de pagamento. A mensalidade passará a
acontecer de acordo com a quilometragem do veículo, sem parcela fixa, que
muitas vezes onera a transportadora. Caso o caminhão passe um período parado,
não haverá custo neste intervalo. Outra vantagem é que a quilometragem passa a estar conectada
ao consumo de combustível por meio de faixas de economia determinadas, tornando
a cobrança mais dinâmica conforme a operação. Ou seja, os veículos que
consumirem menos diesel entram em uma faixa de menor demanda de manutenção
preventiva, e de tarifas reduzidas por quilômetro rodado. Dessa forma, a boa
performance e a condução do motorista passam a fazer ainda mais diferença,
sendo um fator crucial para a redução do valor mensal.Para auxiliar o transportador a atingir a excelência nas
faixas mínimas de consumo, a área de Serviços Scania oferece um programa de
condução econômica personalizado para os motoristas, chamado Driver Services. Facilidade e agilidade na redeO Programa com Planos Flexíveis permite à Casa Scania e aos
clientes receberem antecipadamente as informações sobre a data sugerida de
atendimento e quais serviços serão necessários. Com essa agilidade, a parada se
torna customizada para o cliente e a concessionária passa a otimizar a operação
na oficina com um planejamento ativo do controle dos agendamentos, entrada e
saída dos caminhões, avaliação da utilização das peças, mais eficiência na
seleção do time de mecânicos, para determinado atendimento, e maior previsão do
uso de equipamentos e ferramentas. Essa programação reduz em até 75% o tempo na
oficina, em comparação aos veículos com paradas não planejadas.
Fonte: NTC&Logística